Blog pessoal da Carol. Mantenho o blog desde 2009 para compartilhar histórias e sentimentos que eu não sei como lidar.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Ei olha oque eu achei:
Soneto do amor como um rio
(Vinicios de Moraes)
dai tinha o soneto que o tal Vinicios escreveu
(...)
Essa maquina de escrever já não funciona mais
E nunca poderá ser consertada
Pois seu tempo já passou
feliz da maquina quebrada
Que teve seu tempo de utilidade
E mesmo que joguem fora a maquina
Será lembrada por esse alguem que há uzou
Já eu nunca tive nada
E nada me restou...
Porra eu já escrevi bem em?
quinta-feira, 22 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Mas minha infancia pode ser rezumida em poucos topicos:

-Porque sim Zequinha
-Beetle Juice, Beetle Juice Beetle Juice.
- O que que há velhinho??

- Vamo pular, vamo pula vamo pula vamo pulaaaaaa

- Kakaroto seu verme
- Tazos que conforme você vira o tazz se mexe e o mascara mostra a lingua

-E também aqueles tazos de bichinhos
- Fofoletes
E finalmente chocalete surpresa bixos
Tirando vários entes queridos alguns vivos e alguns mortos
sábado, 10 de julho de 2010
Um pouquinho da minha infacia para vocês
Quando eu era pequena
Eu era sozinha
Dava até pena
Porque eu era tão pequenininha
E não tinha nem um amigo
Eles não gostavam de mim
E ninguém queria brincar comigo
E sendo assim
Até a professora me ignorava
Ela me mandava ficar quieta
E nunca me ajudava em nada
Sentada no pátio da escola
Cantarolando e brincando com a cola
Nunca ninguém nem sequer me olhava
Porque estavam brincando de jogar bola
E se viessem eu os beliscava
A solidão era tão grande que para não ficar louca eu falava sozinha
Às vezes me calava porque o assunto não chegou à cozinha
Eu era tão chata que não me agüentava
Eu era mentirosa falsa e desarrumada
Graças a Deus eu tinha uma calopsita
Que era invisível
Eu criei ela por encreça que parivel
Ela era verde e pousava no meu dedo
Quando ela estava por perto que não tinha medo
Que um bicho sinistro saísse das arvores
Que tinha corpo de foca e cabeça de cachorro
O nome dele era Perdiaxa e era meu pior inimigo
Eu tinha vários desses mas só um amigo
E amiga eu tinha uma que tenho até hoje
O nome dela é Eduarda e ela é de verdade
Ao contrario da minha calopsita verde
Que voou para o Canadá e nunca mais voltou
Ela nunca me escreve
E eu escrevo bastante mais nada de útil
Você já sabe não é?